Nova Renault Niagara já tem data para ser lançada; veja o que sabemos
Veja quando chega a futura picape intermediária que rivalizará com Fiat Toro e Volkswagen Tukan
Após meses de flagras e da divulgação das primeiras imagens oficiais ainda em maio, a Renault finalmente forneceu uma data para a chegada de sua nova picape intermediária. Quando chegar ao mercado, será rival direta da Fiat Toro e, futuramente, das vindouras BYD Mako e Volkswagen Tukan. A última não deve ter as entregas iniciadas antes do início de 2027.
Segundo a Renault, a nova Niagara terá os detalhes e o visual completo revelados em 10 de setembro. A data é a mesma que foi fornecida à imprensa argentina para a apresentação da nova picape intermediária a ser fabricada no país vizinho, não em São José dos Pinhais (PR), onde a Renault Geely do Brasil concentra sua produção nacional.
O que sabemos da Renault Niagara?
A Niagara será basicamente o Boreal picape quando falamos em tecnologias e interior, enquanto o visual deve ficar bem próximo ao do conceito original. O mesmo vale para o conjunto mecânico, composto pelo 1.3 turbo, câmbio dupla-embreagem de 6 marchas e, por enquanto, apenas tração dianteira. Sua base RGMP garante o volume e escala de produção para os dois modelos, mas a picape nascerá na Argentina. Em dimensões, a Niagara terá perto dos 5 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos.
Segundo informações, a Niagara poderá conviver com a Oroch, esta produzida no Paraná, posicionada como opção de custo mais baixo e foco no trabalho - hoje, é vendidas nas versões Pro, Intense e Iconic, sempre com o motor 1.6 aspirado e câmbio manual, com preços entre R$ 126.990 e R$ 140.790. Mais uma vez, o lançamento acontece no segundo semestre de 2026.
Marca também testa primo híbrido do Boreal
Em março, a picape foi flagrada ao lado de um noo modelo. Falamos do Bigster, SUV médio da subsidiária romena da Renault, a Dacia, e que tem alguns pontos de semelhança tanto com o Boreal, o novo Duster e a nova picape;
Todos eles utilizam plataformas modulares bem semelhantes, o que nos leva a imaginar que a marca pode estar testando, através do Bigster, sistemas híbridos para seus modelos feitos na região. No exterior, o SUV é vendido sempre como híbrido, sendo ele do tipo leve - inclusive com opção de tração integral - ou do tipo pleno.

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