Comparativo Sonic vs. i20 vs. Avenger: qual o melhor compacto de 2026 (até então)?
Trio quer brigar pelo mesmo comprador, mas apelam a pontos diferentes
Se você gosta de novidade e está procurando um carro compacto, com certeza um desses nomes passou pela sua cabeça. Chevrolet Sonic, Hyundai i20 e Jeep Avenger são, por enquanto, três das novidades mais importantes do nosso mercado em uma faixa que concentra uma boa fatia das vendas. Mesmo que um deles não seja concorrente direto, é difícil não o considerar pelo conjunto.
Em comum, são novos projetos e nomes dentro de suas montadoras, com a imensa responsabilidade de aumentar o volume de vendas e atrair o cliente que, principalmente nestas versões mais completas, busca também tecnologia embarcada e itens que, até pouco tempo, eram exclusividade de carros mais caros em segmentos superiores. Qual das três novidades merece ir para a sua garagem?
Espaço interno, porta-malas e modularidade
Mesmo que o Hyundai i20 não se assuma como um SUV, os três são modelos compactos bem próximos em dimensões. Se você não se importa com a nomenclatura SUV, temos concorrentes compactos neste jogo com números bem parecidos, como o comprimento na faixa dos 4 metros e entre-eixos de 2,50 m.
O maior é o Chevrolet Sonic, com quase 4,23 m. Ao lado do i20 (4,13 m) e do Avenger (4,08 m), poderia até ser o mais espaçoso, mas sua herança do Onix não lhe deu o maior entre-eixos, que é o fator determinante para o espaço interno. Os 2,58 m do i20 são reflexo de uma nova plataforma, mais moderna, que deixa a dupla de SUVs na faixa dos 2,55 m (quase 2,56 m no Jeep) para trás.
Pode parecer pouco em números, mas o i20 é o mais espaçoso dos três, principalmente quando comparado ao Avenger. No banco traseiro, o espaço para as pernas é consideravelmente mais confortável, assim como para os ocupantes dos bancos da frente. Curiosamente, é o único dos três com saídas de ar-condicionado dedicadas para a segunda fileira.
Se a sua preocupação é ter mais porta-malas, o Sonic leva vantagem. Seus 392 litros permitiram acomodar até uma mochila a mais que no i20 e no Avenger; além disso, seu espaço no banco traseiro fica entre o do Hyundai e o do Jeep, este último, o mais apertado tanto no habitáculo quanto no porta-malas. Mas pelo conjunto da obra, principalmente pelo conforto a bordo, o quesito fica com o Hyundai.
Vantagem: Hyundai i20
Acabamento e design
A Jeep colocou o Avenger no mercado como seu novo modelo de entrada, mas não poderia entregar muito menos do que aquilo pelo que ficou conhecida com Renegade, Compass e Commander. Isso explica o cuidado com o acabamento, como o uso de tecidos, LEDs e materiais mais refinados, mesmo que a sua base seja de plástico.
Ao lado, o Hyundai i20 chama a atenção pelo uso de materiais claros nesta versão, mas não se engane: há pouco além do plástico, embora seja de boa qualidade e montagem. Seu visual pode ser polêmico, mas o hatch evolui bastante em relação ao que era o HB20 e passa uma boa impressão, ainda que não no mesmo nível do Avenger.
O Chevrolet Sonic acaba sofrendo aqui por sua herança do Onix, um carro de entrada. O couro no painel tenta disfarçar a origem simplista, mas até a qualidade dos plásticos é inferior à dos concorrentes, algo de que o Tracker também sofre em seu segmento. Aqui, a vantagem fica com o Jeep Avenger e seu cuidado com os detalhes.
Vantagem: Jeep Avenger
Equipamentos
Como versões topo de linha, os três são bem equipados. Em comum, trazem chave presencial com partida por botão, ar-condicionado automático, faróis e lanternas em LED, bancos de couro, acendimento automático dos faróis, sensores de estacionamento traseiro com câmera de ré e o kit básico atual, como direção elétrica e comandos elétricos para vidros e retrovisores.
As variações aparecem fora disso. O Sonic é o único sem retrovisor interno fotocrômico e externos com rebatimento elétrico, itens presentes no Avenger e no i20. O Jeep é o único que pode receber teto solar (R$ 7.500 extras), conta com câmeras 360° e rodas de 18", entre os principais diferenciais. Junto com o i20, traz freio de estacionamento eletrônico, mas apenas o hatch adiciona a função auto-hold, enquanto o Sonic optou pela alavanca tradicional. O i20 traz a partida remota do motor pela chave como diferencial do trio.
Sem considerar itens de segurança e conectividade, dos quais falaremos em dois tópicos separados adiante, o empate entre i20 e Avenger em suas versões topo é o mais justo.
Vantagem: Hyundai i20 e Jeep Avenger
Conectividade
As telas não poderiam faltar nas três novidades, assim como recursos de conectividade por aplicativos e até inteligência artificial, dependendo da escolha. Começando pelo painel de instrumentos: o Sonic exibe uma tela de 8"; o Avenger varia de 7" nas versões de entrada a 10,25" aqui na Limited (e opcional na Longitude); já o i20 adota a arquitetura evoluída do HB20, com uma pequena tela central acompanhada de dois mostradores digitais, o que contrapõe o pacote tão tecnológico do hatch.
Sonic e i20 seguem a tendência de telas que aparentam ser integradas, algo bem mais destacado no Hyundai. No Chevrolet, o sistema multimídia tem 11", um bom software, espelhamento sem fio e, como extra, entrega Wi-Fi embarcado (que depende de uma assinatura à parte de um plano de dados) e o sistema OnStar, independente da versão.
O Hyundai i20, apesar do painel de instrumentos simples, tem uma boa central multimídia: são 12,3", espelhamento sem fio, atualizações de software OTA e conectividade com aplicativo para rastreamento e funções do carro (o Bluelink).
O destaque é o Jeep Avenger. A tela tem 10" (a menor dos três) e oferece em todas as versões o espelhamento sem fio; além disso, como opcional na Longitude e de série na Limited, recebe o pacote de conectividade via aplicativo com o ChatGPT embarcado, que atua como um assistente por voz bem mais avançado, além de navegação embarcada independente do smartphone. O SUV feito em Porto Real (RJ) deu um passo além neste quesito.
Vantagem: Jeep Avenger
Segurança e assistências
Mais uma vez, o Chevrolet Sonic fica devendo aos seus oponentes. Aqui representado pela versão Premier, já traz de série alerta de colisão com frenagem automática, alerta de ponto cego, alerta de saída de faixa e farol alto automático. O pacote ganha o sistema de estacionamento automático na versão RS (de R$ 140.990), mas não é o suficiente para tirar a diferença em relação aos demais. Piloto automático, por exemplo, traz apenas o tradicional.
O Hyundai i20 evoluiu muito em comparação ao HB20 neste quesito. Na versão Platinum, traz um competente piloto automático adaptativo, centralizador de faixa, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, farol alto automático e frenagem automática com detecção de pedestres, ciclistas e conversão à esquerda.
O Avenger Limited avança no sistema (que usa radares e câmera), mas carrega itens que também estão no i20, como piloto automático adaptativo, alerta de ponto cego, centralizador de faixa, frenagem automática e faróis adaptativos em LED matricial. Neste quesito, o hatch é mais completo, mas o Jeep carrega uma tecnologia mais avançada na versão topo. Empate.
Vantagem: Jeep Avenger e Hyundai i20
Preço, mercado e custo/benefício
Aqui, consideramos o Chevrolet Sonic Premier para o comparativo geral, mas, em nome da justiça na comparação com os dois topos de linha, falaremos sobre a versão RS em termos de equipamentos e preço. Por R$ 140.990, chega a ser mais caro que o i20 Platinum. Como conselho, digo: escolha o Premier (por R$ 134.990), pois o que ele perde em itens não justifica o valor extra. Mas isso só se o Sonic for o seu escolhido.
O Jeep Avenger surpreendeu com os valores das versões, mas, olhando para a Limited, são R$ 145.990 (ou R$ 153.490 se adicionar o teto solar). É o mais caro do trio e não é o mais equipado; porém, carrega o desejo que o mercado tem por SUVs e, como o Renegade em 2015, traz a aura premium que a Jeep tanto conquistou nos anos 1990 e 2000, apesar de já ser uma marca generalista no mundo real.
O Hyundai i20 chegou com um valor competitivo. Concordo que R$ 139.990 não é pouco dinheiro, mas o hatch evoluiu em conforto e tecnologia, entregando um bom pacote de itens de série. Apesar de não se posicionar como um SUV, deixando esse papel para o Bayon em 2027, se você não faz questão de ter o carro do segmento da moda e valoriza seu dinheiro pelo que terá em troca, o Hyundai se sai muito bem, compensando inclusive os R$ 5 mil a mais cobrados em relação ao Sonic Premier.
Vantagem: Hyundai i20
Dirigibilidade, desempenho e consumo
Três modelos compactos, motores 1.0 turbo de três cilindros e potências praticamente iguais. O que parece ser tudo igual muda ao volante, conforme o DNA de cada marca e projeto, o que pode decidir a sua compra em uma briga tão acirrada. E se você acha que o eletrificado foi o mais econômico, está enganado.
Não é coincidência a potência do trio ser de 115 ou 116 cv. Regulamentações de impostos levaram a essas reduções, mas o número que você realmente sente ao volante é o torque, que não mudou nos três motores: 17,5 kgfm no Sonic, até 18,9 kgfm no i20 e 20,4 kgfm no Jeep. Vamos começar com uma tabela com os números dos nossos testes com o trio, sempre com gasolina no tanque.
| Chevrolet Sonic | Hyundai i20 | Jeep Avenger | |
| 0 a 100 km/h | 9,8 s em 167,1 m | 10,8 s em 176,7 m | 11,3 s em 103,8 km/h |
| 40 a 100 km/h | 7,3 s em 148,2 m | 7,7 s em 157,0 m | 7,6 s em 155,6 m |
| 80 a 120 km/h | 7,1 s em 200,8 m | 7,4 s em 209,5 m | 7,6 s em 215,1 m |
| 201 metros | 10,7 s a 104,6 km/h | 11,3 s a 103,0 km/h | 11,3 s a 103,8 s |
| Consumo Cidade | 12 km/litro | 10,8 km/litro | 11,3 km/litro |
| Consumo Estrada | 15,7 km/litro | 16,2 km/litro | 16,1 km/litro |
Sim, o Chevrolet Sonic foi o mais rápido e o com melhor consumo urbano, mesmo com o Jeep Avenger entregando maior torque e a ajuda do sistema híbrido-leve. Primeiro, ele é o mais leve (1.139 kg), o que faz diferença quando os três estão equiparados em potência; mesmo em torque, sua relação peso/força é melhor: 62,2 kg/kgfm contra os 62,3 kg/kgfm do Avenger.
O Sonic é rápido graças ao seu câmbio automático de 6 marchas. Não é o mais veloz nas trocas e fica perdido em algumas situações, mas a relação é mais "trepada", deixando o carro esperto nas trocas, ponto elogiável inclusive no uso diário. A calibração do acelerador é boa e a caixa reduz marcha assim que percebe que você precisa de mais força nas rodas.
Aliás, o Chevrolet é o mais leve ao volante no dia a dia. A suspensão é boa, e o peso da direção e dos comandos é o mais confortável, o que se traduz em um uso menos cansativo no trânsito pesado e na hora de manobrar. Seria melhor com bancos maiores, principalmente para pessoas mais altas (como motoristas de 1,90 m), que tendem a reclamar do encosto de cabeça integrado, herança do Onix.
O Hyundai i20 surpreende pela maturidade e evolução. A nova plataforma trouxe um refinamento considerável para a categoria na calibração de suspensão, que já foi um problema para a marca quando o HB20 chegou em 2012, e na dirigibilidade geral. Não só por não tentar ser SUV, mantendo uma posição de dirigir baixa e boa dinâmica, mas pelas respostas do motor 1.0 turbo e da caixa automática de seis marchas.
É um carro gostoso de dirigir para quem valoriza isso. É mais baixo e raspa em algumas valetas se você insistir em andar como se estivesse em um SUV, mas não foge do que temos em outros hatches, como o VW Polo. Pena que seu 1.0 turbo, que já evoluiu em relação àquele primeiro do HB20, segue sendo o mais sedento na cidade, embora compense na estrada ao quase empatar com o Avenger.
É um carro esperto no pedal, com acelerador bem calibrado apesar dos desafios de emissões sem eletrificação, além de apresentar baixo turbo lag. Vale o elogio ao câmbio, que faz as trocas de forma suave e ajuda nessa conversa com o motor.
O Jeep Avenger, único eletrificado do trio, não se deu tão bem quanto esperado pelos seus números. Não se destacou em nenhuma medição, mas é um bom carro ao volante. Trazendo a plataforma que nasceu na Peugeot, entrega sensação de carro de passeio com posição de dirigir baixa e boa dinâmica, apesar de não ser tão refinado quanto seus irmãos maiores, Renegade e Compass.
O câmbio CVT responde bem na cidade, e dá para perceber que o pequeno motor elétrico colabora em algumas situações sem jogar a rotação lá para cima. Apesar dos números inferiores, o motor acorda em baixa rotação e trabalha de forma suave. Pela relação variável, não traz trocas de marcha perceptíveis, embora conte com simulação de sete marchas e aletas no volante.
No fim, cada um tem seu ponto forte: o Sonic é confortável, mais rápido e mais econômico; o i20 é o mais gostoso de guiada como hatch; e o Avenger é um bom carro para dirigir, desde que você não faça questão do formato hatch do Hyundai.
Vantagem: Chevrolet Sonic e Hyundai i20
Conclusão
Temos uma briga muito interessante entre Hyundai i20 e Jeep Avenger. Eles dividiram pontos em quesitos importantes, mas o hatch levou na soma geral. Isso é interessante pois, se você não quer levar o hatch (ou não gostou do visual, que realmente divide opiniões), há outra novidade bem equilibrada ao seu lado.
Quanto ao Chevrolet Sonic, fica a impressão de que chegou um pouco atrasado ao segmento, devendo em relação a quem viria em seguida. É um bom produto, mas passa pelos mesmos problemas do Tracker, principalmente em segurança ativa. Vai bem pelo preço e pelo espaço interno, mas o tempo passou e o mercado passou a pedir outras coisas, especialmente com as marcas chinesas já de olho nos segmentos abaixo dos SUVs médios.
Vencedor: Hyundai i20
Fotos: Mario Villaescusa/Vídeo: Paulo Henrique Trindade/Teste: David Costa
Fichas técnicas
| Chevrolet Sonic 1.0T AT6 | Hyundai i20 1.0T AT6 | Jeep Avenger 1.0T CVT MHEV | |
| MOTOR |
dianteiro, transversal, 3 cilindros, 12 válvulas, 999 cm3, duplo comando com variador no escape e admissão, injeção direta, turbo, flex
|
dianteiro, transversal, 3 cilindros, 12 válvulas, 998 cm³, duplo comando com variador na admissão e escape , injeção direta, turbo, flex
|
dianteiro, transversal, 3 cilindros, 12 válvulas, 999 cm3, duplo comando de válvulas com variador no escape e MultiAir na admissão, injeção direta, turbo, flex + sistema MHEV
|
| POTÊNCIA/TORQUE |
115 cv a 5.000 rpm; 18,3/18,9 kgfm a 1.800 rpm
|
115 cv a 6.000 rpm e 17,5 kgfm a partir de 1.500 rpm
|
116 cv a 5.550 rpm (G) e 5.250 rpm (E); 20,4 kgfm a 2.000 rpm (G) ou 1.750 rpm (E)
|
| TRANSMISSÃO |
câmbio automático com 6 marchas; tração dianteira
|
câmbio automático com 6 marchas; tração dianteira
|
câmbio automático tipo CVT com simulação de 7 marchas; tração dianteira
|
| SUSPENSÃO/RODAS E PNEUS | McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira; rodas de 17" com pneus 205/50 | McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira; rodas de 17" com pneus 205/50 | McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira; rodas de 17" com pneus 215/60 |
| FREIOS | discos ventilados na dianteira e tambores na traseira | discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira | discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira |
| PESO | 1.139 kg em ordem de marcha | 1.205 kg em ordem de marcha | 1.271 kg em ordem de marcha |
| DIMENSÕES | comprimento 4.228 mm, largura 1.773 mm, altura 1.532 mm, entre-eixos 2.551 mm | comprimento 4.130 mm, largura 1.780 mm, altura 1.505 mm, entre-eixos 2.580 mm | comprimento 4.084 mm, largura 1.776 mm, altura 1.583 mm, entre-eixos 2.557 mm |
| CAPACIDADES | tanque 44 litros, porta-malas: 392 litros | tanque 50 litros, porta-malas: 346 litros | tanque 47 litros, porta-malas 321 litros |
| PREÇO |
R$ 134.990 (Premier) R$ 140.990 (RS) |
R$ 139.990 (Ultimate) |
R$ 145.990 (Limited) R$ 153.490 como testado |
| MEDIÇÕES MOTOR1 BR | |||
| Chevrolet Sonic 1.0T AT6 | Hyundai i20 1.0T AT6 | Jeep Avenger 1.0T CVT | |
| Aceleração | |||
| 0 a 60 km/h | 4,2 s | 5,0 s | 4,8 s |
| 0 a 80 km/h | 6,7 s | 7,7 s | 7,2 s |
| 0 a 100 km/h | 9,8 s em 167,1 m | 10,8 s em 176,7 m | 10,5 s em 169,9 m |
| 201 metros | 10,7 s a 104,6 km/h | 11,3 s a 103,0 km/h | 11,3 s a 103,8 km/h |
| Retomada | |||
| 40 a 100 km/h em S | 7,3 s em 148,2 m | 7,7 s em 157,0 m | 7,6 s em 155,6 m |
| 80 a 120 km/h em S | 7,1 s em 200,8 m | 7,4 s em 209,5 m | 7,6 s em 215,1 m |
| Consumo (gas.) | |||
| Ciclo cidade | 12,0 km/l | 10,8 km/l | 11,3 km/l |
| Ciclo estrada | 15,7 km/l | 16,2 km/l | 16,1 km/l |
RECOMENDADO PARA VOCÊ
Comparativo Geely EX2 vs Hyundai i20: elétrico ou turbo, qual levar por R$ 140 mil?
Nissan Kicks chega à Europa só como híbrido; e por aqui?
Comparativo Jeep Avenger vs. Jeep Renegade: comprar a novidade ou o veterano?
Hyundai mostra imagens do novo Bayon, o futuro “mini Creta” nacional
CFMoto Ibex ou Royal Enfield Himalayan: qual é a melhor 450 do momento?
Avelloz lança a AZ170 Bravo por menos de R$ 17 mil; veja o que ela traz
Comparativo Toyota Yaris Cross vs. Nissan Kicks vs. Honda HR-V: os intermediários japoneses