SUV do Onix pode ficar sem teto solar, mas será mais seguro que o hatch
Flagra mostra que a novidade poderá oferecer mais itens de segurança ativa do que o carro em que se baseia
O segmento de SUVs de entrada tem se tornado a nova menina dos olhos das montadoras. Só nos últimos dois anos, a categoria passou a contar com VW Tera, Renault Kardian e Citroën Basalt e, em breve, terá um concorrente também feito pela Chevrolet.
O modelo vem sendo flagrado rodando com camuflagem por várias capitais do Brasil desde meados de julho, o que, seguindo o padrão de testes da General Motors no país, indica que seu desenvolvimento já está em fase final. As etapas iniciais dos modelos da marca costumam ser feitas no seu campo de provas, em Indaiatuba (SP).
Galeria: Primeiras imagens do novo SUV do Onix
Mas, se suas linhas finais ainda são um mistério, o novo flagra registrado (foto de abertura do texto) por @garcialucass e publicado pelos nossos colegas do @PlacaVerde indica que ele seguirá muito da receita dos modelos de sua categoria, inclusive nos itens de série.
Hoje, nenhum SUV de entrada da categoria conta com opção de teto solar além do Fiat Pulse, onde está disponível como opcional de R$ 5.000 na versão de topo com propulsor 1.0 turbo. No SUV da Chevrolet, o flagra mostra uma unidade sem o equipamento, apenas teto pintado em preto, dando fortes indícios de que o equipamentos pode estar ausente no SUV da mesma forma que acontece com o hatch feito em Gravataí (RS).
No entanto, nem todos os indícios são ruins. Uma olhada mais aproximada neste flagrante mais recente mostra no para-brisa que o SUV do Onix poderá ser equipado com um sistema de câmeras inteligentes que, não maioria dos casos, indica ao menos um alerta de colisão frontal, se não uma frenagem autônoma de emergência. Este item não está disponível nem no hatch nem no sedã Onix Plus, apenas para o Tracker.
Apesar de a base ser a mesma do Onix hatch, o SUV ganhará balanço traseiro alongado e tampa redesenhada, com inspiração no Equinox EV, já vista nos flagras, e que deve ampliar o porta-malas em relação aos 303 litros do hatch. O visual deve adotar capô elevado, grade larga e conjunto óptico dividido, característica presente em outros modelos recentes da marca.
Sob o capô, nenhuma surpresa: o motor 1.0 turbo de três cilindros é o mais cotado, aliado ao câmbio automático de seis marchas. Versões mais acessíveis poderão usar o 1.0 aspirado, enquanto uma futura opção mais potente pode aproveitar o 1.2 turbo com injeção direta do Tracker, seguindo a estratégia de diversificação do portfólio.
O que podemos esperar do preço?
O novo utilitário tem tudo para repetir a fórmula de sucesso do Onix: visual moderno, pacote tecnológico robusto e preço competitivo. Resta saber como a marca posicionará o modelo dentro da gama, entre o hatch e o Tracker. A versão mais cara do Onix hatch, a RS, hoje custa R$ 130.190. Já para o SUV, os valores variam entre R$ 119.900 pela versão 1.0 AT (focada no público PCD) e que podem chegar a R$ 174.900.
Fonte: Placa Verde
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