Conceitos do Salão: Citroën Basalt Vision aposta em esportividade
Dotado de um nada discreto tom de amarelo, conceito do SUV cupê aposta em visual mais invocado e itens da versão indiana
Apesar do estande relativamente pequeno, a área da francesa Citroën pode ser chamada de tudo, menos discreta. Apostando forte em cores vibrantes e ativações espalhadas por todo o espaço, o estande chega até a lembrar a identidade visual de lojas de brinquedo, atraindo muitas crianças e jovens que passam pelo pavilhão.
Essa experiência segue com o Basalt Vision, o conceito do SUV cupê e única configuração exibida da família C-Cubed. Para o modelo, a marca escolheu a chamativa cor Amber Yellow, que remete ao tom usado no conceito original apresentado no início de 2024.
Além da cor, o Basalt Vision aposta em um visual mais esportivo, com detalhes em preto brilhante nas molduras laterais e nos para-choques dianteiro e traseiro. Há também faróis full-LED, como na versão indiana, e lanternas escurecidas na traseira.
Nas laterais, o destaque fica para as rodas de liga leve diamantadas de 18'', acompanhadas de uma suspensão rebaixada. Ao vivo, porém, não foi possível conferir exatamente o quanto o Basalt está mais baixo, já que a Citroën adotou uma solução curiosa para apresentá-lo ao público: o carro foi colocado dentro de uma piscina de bolinhas plásticas, impedindo uma aproximação maior.
E já que falamos da versão indiana mais acima, vale lembrar que, por lá, o modelo recebeu um belo banho de loja nos últimos meses, o que indica possíveis caminhos para o mercado brasileiro no médio prazo. O conceito exibido no Salão pode muito bem servir como ponto de partida para a montadora captar impressões, entender demandas do público e aplicar o que fizer sentido na próxima atualização
No restante, é o mesmo Basalt que já conhecemos desde o fim do ano passado. O SUV, vale lembrar, recebeu algumas atualizações na linha 2026 após críticas ao acabamento, considerado simples demais para sua faixa de preço.
Na linha renovada, a Citroën reposicionou os comandos dos vidros elétricos traseiros — que antes ficavam no console central — para os painéis de porta, melhorando a ergonomia. O acabamento interno, até então totalmente em plástico rígido, ganhou apliques em tecido, enquanto o painel passou a contar com revestimento em couro com costuras contrastantes nas versões mais caras.
O SUV também ganhou uma nova versão de topo, a Dark Edition, que, como o nome sugere, traz acabamento escurecido e um aerofólio sobre o vidro traseiro. Todas as versões, com exceção da de entrada Feel (a única equipada com o motor 1.0 Firefly), utilizam o propulsor 1.0 T200, o mesmo presente em outros modelos da Citroën, além de Fiat e Peugeot.
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