Flagra: Renault Kwid 2027 vai ganhar painel digital e multimídia maior
Protótipo visto na Índia conta com mesmo visual do Dacia Spring elétrico renovado; chegada deve acontecer até 2027
Ainda que o segmento de subcompactos esteja longe de ser prioridade das montadoras nos últimos anos, a Renault não parece disposta a abandonar o Kwid tão cedo. Depois de aparecer em flagras na sua versão elétrica, agora é a vez do modelo a combustão mostrar cara nova na Índia, onde deve estrear primeiro.
As fotos publicadas pelo perfil @weguide.auto no Instagram revelam que o pequeno passará a adotar as mesmas soluções técnicas e visuais do primo europeu Dacia Spring, seu equivalente elétrico comercializado na Europa, só que vestido com o logotipo da Renault. E, dessa vez, a diferença entre o elétrico e o combustão deve diminuir: o Kwid nacional e o indiano devem herdar os vidros elétricos traseiros e seis airbags do elétrico, fabricado na China.
Flagra: Renault Kwid 2027 a combustão também terá cara nova
Na dianteira, o segundo facelift do Renault Kwid mantém o visual com faróis divididos, tendo abandonado o conjunto ótico tradicional já na primeira reestilização. Nas versões mais caras, as luzes diurnas em LED se conectam ao losango da marca por uma barra branca, sendo completados por uma grade preta ao centro.
Por dentro, o conjunto de painel ficou mais próximo ao do Kardian e poderá trazer quadro de instrumentos digital de 7" em todas as versões. Não espere por uma melhora substancial no acabamento, já que ele manterá o plástico rígido, sem revestimentos macios ou tecidos nas portas. Já as versões de topo podem receber a central multimídia de 10" que estreou no irmão maior em sua linha 2026.
Dacia Spring - teste
Na parte mecânica, nenhuma mudança. Na Índia, o Kwid usa motor 1.0 a gasolina de três cilindros, com 68 cv e 9,3 kgfm de torque, acoplado a câmbio manual de 5 marchas ou automatizado de embreagem única. No Brasil, a mesma unidade é flex, rende 71 cv e 10 kgfm com etanol (68 cv e 9,4 kgfm na gasolina) e segue sempre com câmbio manual.
A mudança pode ser uma última tentativa da marca em fazer o Kwid voltar a ser atraente aos consumidores finais. Hoje, o subcompacto tem mais de 90% de suas vendas no país concentradas em vendas diretas, que costuma ser menos lucrativo do que a comercialização para o consumidor final.
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