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Renault terá jipinho com cara de Defender na Índia; e por aqui?

Ao melhor estilo de Land Rover, SUV terá menos de quatro metros e focará na Índia e outros mercados asiáticos

Renault Bridger Concept 2026
Foto de: Renault

Se há uma marca que vem investindo em sua linha de SUVs nos últimos anos, é a francesa Renault. Só na linha brasileira, há modelos que vão desde o Kardian, um compacto de entrada, e muito em breve chegará ao Koleos, entre os SUV médio-grandes. Mas a marca acredita que há espaço para mais, ao menos em outros mercados.

Chamado de Bridger, o conceito tem como meta o mercado indiano e regiões da Ásia e do Oriente Médio, ainda não muito afeitos aos elétricos. Diferente de vários outros carros com esse comprimento vendidos pela Renault na Índia, a diferença do SUV fica para o visual que, como revelam os primeiros teasers, apostará bastante em linhas quadradas, balanços curtos e até em um estepe na tampa traseira, ao melhor estilo de modelos como o Land Rover Defender.

Renault Bridger Concept 2026
Foto de: Renault

Não sabemos, entretanto, se ele será mais um derivado do Kwid, como acontece com o SUV Kiger - com desenho mais próximo ao do Kardian - e com a minivan Triber. A apresentação oficial está marcada para o dia 10 de março, durante a apresentação do plano estratégico futuREady, que será transmitido ao vivo.


O que você pensa sobre isso?

O nome vem da palavra inglesa para “ponte” (bridge). Com a adição de “ER”, surge Bridger, um termo com sonoridade própria e fácil de entender. A Renault já usa esse tipo de abordagem no Dacia Duster. A responsável pelo marketing da marca, Sylvia dos Santos, afirma que o nome tem ideia de transmitir força, robustez e versatilidade, em linha com o design e a proposta do SUV urbano. 

Renault Triber, a minivan indiana de 7 lugares feita sobre a base do Kwid

Renault Triber

Fotos de: Renault
Novo Renault Kiger 2025

Renault Kiger 

Fotos de: Renault

Sobre tecnologia, motorizações e cabine, a Renault mantém silêncio até a apresentação. A transmissão ao vivo deve mostrar o quanto o conceito está próximo de um carro de produção e quais soluções o formato curto permite. Também fica em aberto como o Bridger vai complementar o portfólio global e se pode dar origem a outras versões para mercados diferentes.

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