Picape passou por mais de 90 testes diferentes para ficar ao gosto do consumidor latino

Depois de aproximadamente dois anos de intensos testes e avaliações, a Nissan finalmente se prepara para iniciar na Argentina a produção da picape Frontier. Com sede na fábrica de Santa Isabel, província de Córdoba, a operação é fruto de US$ 600 milhões em investimentos e começará a entregar os primeiros exemplares dentro de poucas semanas. De lá, a Frontier abastecerá todos os mercados sul-americanos, em substituição à versão hoje importada do México. Em 2019, as irmãs de projeto Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X também serão montadas localmente.

 
Nissan Frontier Argentina

"A experiência nos mostra que os clientes latino-americanos preferem, e escolhem, veículos projetados para as características da região", disse Sergio Casillas, vice-presidente de operações da Nissan América Latina. Em pesquisas, a marca diz que ouviu consumidores e clientes frotistas das áreas de mineração, petróleo, silvicultura e agricultura de países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai e Peru. A partir daí, a equipe de engenharia coordenou uma bateria com mais de 90 testes diferentes. 

Entre os principais, destaque para testes de capacidade de arrasto sob condições de baixa e alta velocidade; avaliação dos níveis de ruído, vibração e trituração bem como o desempenho geral com temperaturas variando de -30°C a 50°C; testes de durabilidade de componentes independentes e da carroceria em câmaras de laboratório e validação da hermeticidade com testes sob diferentes condições de chuva.

Mais sobre a Frontier:

Graças ao passaporte argentino, a Frontier passará a contar com novas opções até o fim do ano, além das atuais SE e LE. Entre elas, destaque para configurações mais baratas voltadas para venda direta e modelos equipados com câmbio manual de 6 marchas. Sob o capô, o motor continuará sendo 2.3 turbodiesel.

Fotos: Divulgação

Galeria: Nissan Frontier Argentina - Pré-produção