Primeiras Impressões - Novo VW Virtus é mais que um Polo Sedan

Faz tempo que a VW do Brasil desejava ter um sedã de porte intermediário entre o Voyage e o Jetta. Muito se especulou sobre a vinda do novo Santana chinês ao nosso mercado, que além de tudo teria um nome forte a seu favor. Mas a decisão recaiu sobre a versão sedã da nova geração do Polo, hatch que voltou a ser ofertado no país após uma geração de "gancho". Em vez de simplesmente chamá-lo de Polo Sedan, a VW preferiu um nome exclusivo, Virtus. E não é só marketing. Ao contrário do antigo Polo Sedan, o Virtus não é uma mera versão três-volumes do Polo, como comprovamos nesta primeira avaliação do modelo. 

O que é?

Segundo modelo da plataforma MQB-A0, versão reduzida da base do Golf, o Virtus é um Polo somente até as portas dianteiras. Daí para trás é tudo novo. A seção central da plataforma foi alongada em nada menos que 9 cm, chegando a 2,65 m de entre-eixos - mesmo do Jetta atual e 3 cm menor que o do novo Jetta. Para acompanhar, as portas traseiras ficaram maiores e há uma terceira janela lateral, que não existia no antigo Polo Sedan. No total, o Virtus ficou com 4,48 m de comprimento e 1,47 m de altura, mantendo a largura de 1,75 m do Polo. 

VW Virtus

Na parte frontal, nada diferencia o Virtus do Polo. O design desenvolvido no Brasil, ligeiramente diferente do Polo europeu, foi replicado no sedã. Já a traseira tem caimento suave, com uma linha de teto curva na parte posterior, dando aquele aspecto de cupê tão perseguido pelos designers ultimamente. Recurso interessante de estilo é o...