Marca tira de linha as variantes com o 1.4 TSI de 150 cv e adiciona novos equipamentos

Assim como foi com o Tiguan, o Volkswagen Jetta 2021 começa a ser vendido com uma novidade ruim. O sedã médio passa a ser oferecido em versão única e justamente a mais cara: a GLI 350 TSI, equipada com o motor 2.0 turbo de 230 cv e visual esportivo, por R$ 178.490. Com isso, as variantes Comfortline e R-Line com o 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm desaparecem das concessionárias.

Embora a marca esteja quieta a respeito, o configurador no site oficial já mostra o Volkswagen Jetta 2021 somente na versão GLI. A parte mecância segue a mesma, com o motor 2.0 TSI de 230 cv a 4.700 rpm e 35,7 kgfm de torque máximo a 1.500 rpm, combinado à transmissão automatizada de dupla embreagem e 6 marchas. Pelos testes feitos por Motor1.com, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, enquanto o consumo é de 10,1 km/litro na cidade e 15,1 km/litro na estrada.

Galeria: Volkswagen Jetta GLI (Teste BR)

Para a linha 2021, o Jetta GLI ainda ganhou alguns equipamentos. Está com uma porta USB do tipo C, carregador wireless e central multimídia de 8” com Apple CarPlay sem fio (os usuários do Android ainda tem que usar o cabo). Ainda com con items como 6 airbags, faróis full-LED, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema de som Beats com 6 alto-falantes, controle de cruzeiro adaptatitvo, painel de instrumentos digital e mais.

Como esta versão já era o topo da linha do sedã médio, a Volkswagen está oferecendo somente um opcional: o teto solar elétrico, que custa R$ 6.290. Tem ainda as cores metálicas cinza Platinum e prata Pyrit por R$ 1.520, ou a perolizada preto Mystic por R$ 1.620. Configurando o veículo com a cor perolizada e o teto solar, o preço total pula para R$ 186.400.

O fim do Volkswagen Jetta com o motor 1.4 TSI de 150 não é exatamente uma surpresa. A marca tentou oferecendo esta motorização em três variantes diferentes, inclusive uma por menos de R$ 100 mil, mas os clientes procuravam mais o GLI – afinal, o Jetta da geração passada fez sua fama por causa do motor 2.0 turbo. Além disso, a marca prepara o lançamento do SUV médio Taos para o final do 1º semestre, com o mesmo 1.4 turbo, então eliminar esta motorização para o sedã evitará uma canibalização.

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