Teste Instrumentado Ford Fiesta Titanium 2018 - Referência anterior

É perceptível que a Ford brasileira está mais preocupada com Ka e EcoSport do que com o Fiesta. Afinal, os dois primeiros são os que mais vendem no país, sendo um o terceiro automóvel mais vendido do mercado e o outro a nova aposta da marca em mercados globais, sedentos por SUVs compactos. Mas ela não poderia ficar parada, simplesmente esperando a onda de novos hatches levar um de seus mais conhecidos produtos para o fundo do poço.

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Isso não significa que o Fiesta mudou profundamente. Enquanto Fiat Argo e VW Polo são produtos novos, a Ford não trouxe para o Brasil a nova geração do modelo, recém-lançada na Europa. Em vez disso, manteve o hatch atual e inclusive com alguns ingredientes não tão bem aceitos pelos consumidores. Além de leves retoques visuais, apenas alguns ajustes foram feitos na suspensão, bancos e no polêmico câmbio automatizado de 6 marchas, que perde o nome Powershift e agora é chamado apenas de "câmbio sequencial de 6 marchas". 

O que é?

A sexta geração do Fiesta chegou ao Brasil em 2011, importada do México. Naquele momento, a referência do segmento era o Fiat Punto.O Fiesta se destacou por trazer até 7 airbags, controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampas, algo que nenhum dos concorrentes sequer pensava em ter. Fora uma dirigibilidade excelente. Até 2014, ele dividiria as lojas com a q...