Nos 1980, os brasileiros estavam migrando para picapes menores e mais econômicas, baseadas em carros de passeio, como a Fiat 147 City. A Chevrolet também entrou nessa tendência, lançando em 1983 a Chevy 500, uma variante do Chevette que usava a mesma mecânica: motor 1.6 a etanol que gerava 79 cv, além das variantes 1.4 e 1.6 a gasolina. Chegou às lojas em um bom momento, já que três anos depois o Plano Cruzado congelou os preços e elevou as vendas de forma que a GM não conseguia suprir a demanda – a fila de espera chegou a 10 meses.