Quando a Ford lançou a quinta geração do Fiesta no Brasil, em 2003, apostou em uma versão bem peculiar. O modelo intermediário usava o motor 1.0 Supercharger, que tinha um compressor mecânico para gerar mais potência – contava com 95 cv, contra os 66 cv do Fiesta 1.0 aspirado. Só que bebia mais e tinha desempenho pior do que o 1.6 de 98 cv, além do preço muito próximo. Isso fez com que vendesse pouco. Junte isso ao fim do contrato com a Eaton, fornecedora dos compressores, e tenha motivos suficientes para entender porque a Ford encerrou suas vendas em 2006.