Quando chegou na hora de desenvolver a terceira geração do Fit Twist, a Honda brasileira resolveu aprimorar a receita e criar uma versão aventureira do monovolume com mudanças mais efetivas - no visual e na técnica. Surgiu o WR-V, que pegou carona no sucesso do HR-V e adotou uma dianteira mais alta e robusta, além da suspensão totalmente refeita, com novas molas, amortecedores e buchas em relação ao Fit. São 5 cm extras de vão livre e maior conforto em estradinhas de terra. Pena que o WR-V manteve o motor 1.5 de 116 cv e o câmbio CVT do Fit, apesar de ser mais pesado.