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Ford confirma 3 versões da Transit City, que chegam ainda em 2026 ao Brasil

Furgão elétrico terá mais de uma opção em nosso mercado contra o trio da Stellantis: Fiat Scudo, Peugeot Expert e Citroën Jumpy

Ford Transit City
Foto de: Ford
Thiago Moreno Thiago Moreno

Depois de confirmar em maio que teria novidades para o segmento de veículos comerciais leves, a Ford revelou quais serão as 3 configurações da inédita Transit City para o mercado Brasil. De a marca, o modelo será comercializado nas opções de teto baixo (L1H1), alongada com teto alto (L2H2) e chassi-cabine. São as mesmas três configurações do veículo que já são comercializadas globalmente.

De origem chinesa, a Ford Transit City é feita em parceria com a Jiangling Motors Corporation Limited (JMC), que também produz uma versão própria do modelo. É da JMC, aliás, a origem do SUV Territory. Apesar do mesmo nome do utilitário já vendido hoje, a nova opção é só elétrica e tem tamanho consideravelmente menor, de olho nas rivais Fiat Scudo, Citroën Jumpy, Peugeot Expert e a Foton eToano Pro.

A versão L1H1 leva até 1.085 kg, enquanto a L2H2 chega a 1.275 kg e cerca de 8 m³ de volume. O espaço também foi pensado para uso intenso, com revestimento durável, pontos de fixação e estrutura preparada para conversões. O que ainda não foi confirmado, porém, é o conjunto de baterias e trem de força.

Nos mercados onde já é vendida, a Transit City tem base elétrica com bateria de 56 kWh de química LFP e entrega até cerca de 250 km de autonomia, número alinhado ao uso real. Segundo a própria marca, a maioria das vans desse segmento roda menos de 110 km por dia, o que permite trabalhar com baterias menores e mais baratas.

Ford Transit City
Foto de: Ford
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No carregamento, a Transit City aceita até 11 kW em corrente alternada, podendo atingir 87 kW em corrente contínua, permitindo recuperar de 10% a 80% em cerca de meia hora ou adicionar autonomia rapidamente em paradas curtas.

O conjunto é completado por um motor elétrico de 110 kW (150 cv) com tração dianteira. O foco não é desempenho, mas entrega linear de torque e suavidade no trânsito urbano, com condução com um pedal para reduzir o esforço no para e anda.

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