Flagra: novo GWM Haval H7 já está a caminho das concessionárias no Brasil
Com 4,80 metros e cinco lugares, novo SUV ficará entre H6 e H9 e terá motorização híbrida plug-in
Apesar de não ter aparecido durante junto ao lançamento do Tank 400, no fim de agosto, a chinesa GWM não se esqueceu de seu novo SUV médio-grande híbrido, o H7. A novidade, aliás, já vem sendo distribuída para a rede de concessionários em todo o Brasil.
Ao menos é o que indica o flagra feito por um dos seguidores do perfil @carangospb, no Instagram, que preferiu não se identificar. Segundo ele, o lote visto aqui em destaque já estava sendo embarcado em caminhões-cegonha na cidade de Cariacica, no Espírito Santo.
Flagra: GWM já envia H7 para rede de concessionários
Entre H6 e H9
A dianteira traz frente alta, com faróis retangulares de LED bem destacados, enquanto a silhueta lateral exibe para-lamas mais salientes e proteções plásticas inferiores em preto fosco na base das portas e das caixas de roda, reforçando a proposta mais voltada ao off-road.
Mas como ele se diferenciará dos irmãos? Mesmo com o visual parecido, será significativamente menor que o H9, com cerca de 4,80 metros de comprimento (mas ainda maior que o H6, com 4,68 metros), 1,95 m de largura, 2,81 metros de entre-eixos e 1,84 m de altura.
Ele também terá apenas cinco lugares, sem a possibilidade de levar sete passageiros, como acontece no irmão maior. No porta-malas, que conta com abertura lateral, são 586 litros de capacidade.
Por dentro, segue a linha do que já é conhecido da GWM e também de outros SUVs quadradões da categoria, com painel de linhas retas e uma central multimídia de 16" ao centro. À esquerda, há ainda um painel de instrumentos digital de 12,3", abrigado sob uma moldura retangular. A maior parte dos comandos é feita pelas telas, sempre por meio da interface Coffee OS da marca.
Já na suspensão e na motorização, o parentesco é com o H6. O SUV é construído sobre uma estrutura monobloco e mantém o mesmo conjunto de suspensão independente, do tipo McPherson na dianteira e multilink na traseira, além da tração integral sob demanda e dos freios a disco nas quatro rodas.
O motor a combustão do sistema híbrido plug-in também é o mesmo: um 1.5 turbo de 16 válvulas, ciclo Miller e injeção direta que, por aqui, já deve estrear na configuração flex. No exterior, esse propulsor, sozinho, rende 150 cv e 24,4 kgfm de torque.
O que varia é a parte elétrica do conjunto, já que há calibrações diferentes para cada mercado, podendo contar com um ou dois motores elétricos. Na Europa, a configuração mais potente pode chegar aos 449 cv de potência combinada e 76,5 kgfm de torque, utilizando baterias de 33,8 kWh ou 35 kWh. Já por aqui, a aposta é na mesma configuração oferecida pelo Haval H6 PHEV19, com 326 cv e 54 kgfm.
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