Toyota volta atrás no preço do Yaris Cross XR e o deixa apto ao Move Brasil
Versão de entrada volta a custar R$ 149.990 e fica elegível ao programa voltado para taxistas e motoristas de aplicativo
Apenas dois meses após aumentar o preço da versão de entrada do Yaris Cross, a marca japonesa decidiu reposicionar o modelo para deixá-lo dentro do valor limite para o programa Move Brasil, focado em preços e condições especiais para motoristas de app e taxistas.
Assim, o SUV compacto na versão XR volta a ser vendido por R$ 149.990, ou R$ 10 a menos do que o limite de R$ 150.000 imposto pelo governo. Segundo a Toyota, a marca deixará o valor para taxistas em R$ 112.480, enquanto motoristas de aplicativo poderão encontrá-lo por R$ 134.991.
| Versão | Preço | Preço táxi | Preço app |
| Yaris Cross XR 1.5 Flex | R$ 149.990 | R$ 134.991 | R$ 112.480 |
De série, o novo Toyota Yaris Cross XR abriu mão de alguns equipamentos para ficar mais barato, caso do rack de teto, dos faróis de neblina, das rodas de liga leve diamantadas (que foram substituídas por modelos do mesmo tamanho, mas pintadas somente de prata) de 17'', além de não contar com pintura bitom para o teto. Ao todo, o SUV pode ser configurado em sete tonalidades diferentes, sendo elas Branco Polar, Cinza Granito, Prata Lua Nova, Preto Infinito, Branco Lunar, Azul Netuno e Vermelho Granada.
O Toyota Yaris Cross XR 2026 continua a trazer seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, assistente de partida em rampa, faróis e lanternas em LED, central multimídia de 10'' com comandos no volante, além de ar-condicionado manual com saída para os bancos traseiros.
Já na motorização, a versão de entrada do Yaris Cross é oferecida sempre com o motor 1.5 aspirado 2NR-VD, de injeção direta, com potência de até 122 cv e 15,3 kgfm quando abastecido com etanol. A transmissão é sempre CVT com sete marchas.
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Especificação |
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| Motor | 1.5 2NR-VD |
| Potência máxima | 122 cv (E) e 110 cv (G) |
| Torque máximo | 15,3 kgfm (E) e 14,3 kgfm (G) |
| Consumo urbano |
8,8 km/l (E) e 12,6 km/l (G) |
| Consumo rodoviário | 10,2 km/l (E) e 14,3 km/l (G) |
| Câmbio | Automático CVT de sete marchas |
Em medidas, o novo SUV compacto da Toyota possui 4,31 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,65 m de altura e entre-eixos de 2,62 m, sendo um dos maiores de sua categoria. Apenas como exemplo, seu irmão maior, o Corolla Cross, possui 4,46 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,62 m de altura e 2,64 m de entre-eixos.
Seja para clientes físicos, CNPJ ou os motoristas do programa Mover, a Toyota oferecerá o SUV sempre com a garantia de até 10 anos, comum aos carros da marca fabricados desde 2020. Renovável a cada 10.000 km ou doze meses, contempla carroceria, arrefecimento, componentes da elétrica, motor, transmissão e freios até o limite de 60 meses (totalizando, assim, 120 quando somado ao período de garantia inicial).
A diferença fica apenas para a quilometragem: nos carros de uso particular, a marca fala em até 200.000 km, enquanto os veículos utilizados como instrumento de trabalho são limitados a 100.000 km. A marca ainda oferece planos para aquisição das revisões de forma antecipada junto do pagamento ou financiamento do carro.
Linha Yaris Cross e família Corolla estão com fila de espera
Ainda se recuperando do desastre que acometeu a fábrica de motores de Porto Feliz (SP), ocorrido no fim de 2025, a Toyota faz o que pode para corresponder à demanda de seus produtos e, em especial, da linha Corolla. No entanto, a dificuldade de produzir motores híbridos vem dificultando a entrega das versões eletrificadas tanto dos modelos médios quanto do novato Yaris.
Apuramos junto à rede de concessionários que as versões Hybrid (HEV, híbrido pleno) flex de Corolla, Corolla Cross e Yaris Cross são figurinhas raras nos estoques das lojas brasileiras. Os prazos de entrega podem levar de 60 a 90 dias, a depender do modelo e da versão escolhida pelo cliente nas lojas.
No caso do Yaris Cross, primeiro SUV compacto da marca por aqui, as versões híbridas plenas, justamente as de maior demanda - e mais caras -, estão com até 90 dias de espera. Ou seja, pedidos feitos agora só serão entregues por volta de setembro ou outubro.
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