Toyota Yaris Cross manterá preços de pré-venda mesmo com filas
Apesar da alta demanda, japonesa não mudará valores do SUV compacto
Após alguns apuros devido ao desastre na fábrica de motores da Toyota em Porto Feliz (SP) o Yaris Cross enfim começou a ser fabricado no início de janeiro com suas primeiras unidades começando a ser entregues nos próximos dias. Apesar do fim do período de pré-venda, a japonesa decidiu manter os preços do SUV como estão, ao menos por enquanto.
Hoje, o SUV compacto, primeiro produzido e fabricado pela japonesa no país, é ofertado em cinco versões diferentes, que vão desde a XR (R$ 149.990) com foco no público de vendas diretas, até os R$ 189.990 da XRX Hybrid.
Toyota Yaris Cross 2026: versões e preços
| Versões | |
| Yaris Cross XR | R$ 149.990 |
| Yaris Cross XRE | R$ 161.990 |
| Yaris Cross XRX | R$ 178.990 |
| Yaris Cross XRE Hybrid | R$ 172.390 |
| Yaris Cross XRX Hybrid | R$ 189.990 |
Em medidas, o novo SUV compacto da Toyota possui 4,31 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,65 m de altura e entre-eixos de 2,62 m, sendo um dos maiores de sua categoria. Apenas como exemplo, seu irmão maior, o Corolla Cross, possui 4,46 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,62 m de altura e 2,64 m de entre-eixos.
Já na motorização, as versões puramente a combustão do Yaris Cross serão oferecidas sempre com o motor 1.5 aspirado 2NR-VD, de injeção direta, com potência de até 122 cv e 15,3 kgfm quando abastecido com etanol. A transmissão é sempre CVT com sete marchas.
Nas híbridas, o propulsor é o 1.5 2NR-VEX, de ciclo Atkinson e capaz de render até 91 cv e 12,3 kgfm de torque, e que é combinado com um motor elétrico 80 cv e 14,4 kgfm de torque. Combinados, geram 111 cv e 15,3 kgfm.
Fábrica de motores só volta em 2028
Com os fortes ventos que atingiram a planta de Porto Feliz, em setembro do ano passado, quase toda a estrutura do complexo ficou prejudicada. Desde então, a produção de motores, tanto a combustão quanto híbridos de todos os modelos de passeio da Toyota no país foi paralisada.
Segundo o AutoIndustria, que conversou com o presidente da Toyota do Brasil, Evandro Maggio, nada pode ser reaproveitado, já que ''só deu para aproveitar o chão da fábrica''. Ao menos provisoriamente, a japonesa alugou um galpão próximo ao complexo e vem produzindo os motores com todas as máquinas necessárias para o funcionamento emergencial da produção. Com o ritmo, o executivo espera que a oferta volte aos números anteriores ao desastre ainda neste mês.
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