Foram feitas 1.267.000 unidades da picape e mais 233.000 unidades do SUV

A fábrica da Toyota em Zárate está em festa. O complexo responsável por produzir a picape Hilux e o SUV SW4 alcançou a marca de 1,5 milhão de veículos produzidos desde 1997. Nestes 23 anos de operação, a linha de montagem dedicada à picape média (e o SUV derivado) fez 1.267.000 Hilux e 233.000 SW4, grande parte exportada para o Brasil. A operação fabril da Toyota representa 36,7% de toda a indústria automotiva na Argentina.

Como era de se esperar, o veículo que teve a honra de ser o número 1.500.000 foi justamente a renovada Hilux 2021. Tanto a picape quanto o SW4 passaram por uma reestilização, lançados em novembro na América Latina e com mudança que vai além do visual. Ganharam mais equipamentos como controle de cruzeiro adaptativo, mais conforto com novo ajuste da suspensão e o motor 2.8 turbodiesel mais potente, que agora gera 204 cv.

Toyota Hilux 2021 (Brasil)
Toyota SW4 2021 (Brasil)

O desempenho do complexo de Zárate cresceu muito nos últimos anos. Em 2016, a fábrica comemorou a marca de 1 milhão de veículos produzidos e, quatro anos depois, aumentou este número em 50%. A linha de montagem tinha um ritmo de produção de uma unidade a cada 94 segundos e, desde que retomou a produção em maio, trabalha com dois turnos, fabricando 560 unidades por dia.

“Em um ano cheio de dificuldades, a garra de nossos trabalhadores permitiu seguir consolidando nosso projeto no país. Um trabalho em equipe que foi acompanhado por sindicatos, fornecedores, revendedores e clientes que também são parte desta conquista e que nos impulsionam a avançar em nossos próximos desafios”, disse Daniel Herrero, presidente de Toyota Argentina.

Até o momento, não está claro se Zárate receberá mais algum veículo além de Hilux e SW4. Em 2017, a marca revelou que estudava montar a minivan Innova no país, aproveitando que usa a mesma plataforma que a Hilux, e até levou uma unidade para apresentar no Salão de Buenos Aires. Já em 2018, Herrero disse em uma entrevista que a Innova foi descartada, mas que estudava produzir outros dois veículos comerciais usando outra arquitetura.

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