Marca chegou ao país em 1992, importando o sedã Accord, e depois passou a fabricar o Civic localmente

A Honda chegou ao Brasil em 1992, quando iniciou as vendas do sedã Accord e, com o passar dos anos, construiu duas fábricas no país e lançou uma linha inteira de automóveis. Hoje, 28 anos depois, a marca está comemorando a marca de 2 milhões de carros vendidos no país. Atualmente, a empresa trabalha com oito veículos, desde o compacto Fit até o SUV médio CR-V, e prepara o lançamento de mais algumas novidades nos próximos anos, como o City hatchback.

"Nossa empresa tem a missão de facilitar a mobilidade humana e expandir o potencial da vida das pessoas por meio de produtos inovadores, com excelência em qualidade, segurança e tecnologia. Cada automóvel Honda concretiza as aspirações do cliente por um produto que satisfaça plenamente suas expectativas. Nesse sentido, estamos comemorando dois milhões de sonhos realizados, um marco muito importante para a trajetória da Honda no país", comenta Roberto Akiyama, Vice-Presidente Comercial da Honda Automóveis do Brasil.

Galeria: Honda - Fábrica em Itirapina (SP)

Quando chegou ao país, a Honda importava somente o Accord, em 1992, mas logo em seguida passou a trazer também o Accord Wagon, Civic, Odyssey e Prelude. Em 1997, veio a fábrica em Sumaré (SP), que começou sua operação produzindo 20 unidades do Civic por dia. O sedã continuou sozinho até 2003, quando o Fit passou a ser nacional também. Seis anos depois, em 2009, foi a vez do sedã City, derivado do Fit.

O quarto modelo nacional da Honda só veio em 2015, quando o HR-V inicou sua montagem em Sumaré, momento em que o segmento dos SUVs compactos começou a crescer exponencialmente no país. O último veículo inédito a passar a ser feito aqui foi o WR-V, versão aventureira do Fit tratada como um crossover independente pela marca. 

Em 2013, o mercado brasileiro havia fechado o ano com 3 milhões de carros emplacados. Isso animou a fabricante a investir em uma segunda fábrica no país, desta vez em Itirapina (SP). Porém, em 2016, a fábrica ficou pronta e viu os emplacamentos caírem pela metade com a crise econômica que afetou o Brasil na época. O complexo não foi inaugurado e ficou inoperante durante três anos, até que a empresa decidiu transferir a produção de Sumaré para Itirapina, deixando sua antiga fábrica para alguns processos de usinagem e fundição, além de servir de centro de pesquisa e desenvolvimento.

A Honda prepara seu próximo ciclo no Brasil a partir deste ano. Primeiro veremos a reestilização do WR-V, que já foi apresentada na Ásia e já foi avistada em testes por aqui. No ano que vem, será a vez de conhecer a nova geração do sedã City, que trará uma atração inédita, na forma do City Hatch, este posicionado abaixo do Fit como nova opção de entrada da marca japonesa. Também é esperada a nova geração do Fit, mais refinada do que a atual. A fabricante também prometeu lançar três veículos híbridos, começando pelo Accord Hybrid.

Fotos: divulgação

Galeria: Honda Civic 1997 - O primeiro nacional

Foto de: Caio Mattos