Versão esportivada foi apresentada junto com o R.S. aos nossos vizinhos

Antes mesmo de ter o Sandero R.S., a Renault já teve o Sandero GT Line no Brasil tanto na geração anterior quanto antes da reestilização da atual. E ele volta ao mercado em 2020, mas apenas na Argentina, aproveitando o lançamento do esportivo R.S. no país vizinho. Será ele uma boa opção para o Brasil?

O Renault Sandero GT Line se baseia na versão intermediária, a Zen, e sempre com o motor 1.6 aspirado SCe, mas lá rodando apenas na gasolina com 115 cv e 15,9 kgfm de torque, ligado ao câmbio manual de 5 marchas ou o CVT. Desta vez, ele se diferencia menos das demais versões visualmente. Enquanto as anteriores tinham até um parachoque dianteiro exclusivo, esta se destaca pelos detalhes como as capas de retrovisores em cinza escuro (Dark Metal) e pelas rodas de 16" e pela saia lateral, enquanto a traseira tem um aerofólio, um extrator e o logo GT Line para identificar a versão.

Por dentro, o GT Line tem volante em couro com costura azul, bancos em tecido e couro também com costura azul e o logo da Renault Sport nos encostos de cabeça e os detalhes em imitação de fibra de carbono, como encontramos no R.S. brasileiro. Falando nisso, o GT Line é produzido na Argentina, sendo que eles recebem apenas o esportivo de nossa fábrica de São José dos Pinhais (PR). 

Renault Sandero GT Line 2020

Entre os equipamentos de série, o Sandero GT Line tem as luzes diurnas em LEDs e o sistema multimídia com tela de 7" e espelhamento de smartphones via Apple CarPlay e Android Auto, além dos 4 airbags. Com o câmbio CVT, ele recebe os controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampas. O GT Line manual custa 995.100 pesos, enquanto o CVT custa 1.053.500 pesos. 

Galeria: Renault Sandero GT Line 2020

O lançamento no Brasil é possível, já que as mudanças são leves em comparação com o nosso Sandero Zen e foi uma versão já vendida aqui em um passado recente. Seria uma boa opção para complemento de linha e com visual diferente das demais versões.