Baseado em modelo chinês Baojun 530, SUV utiliza motor 1.5 turbo de 147 cv

Após apresentar a nova geração do Chevrolet Captiva na Ásia, a General Motors inicia a campanha de lançamento na América Latina. O SUV será comercializado em 7 países da região, porém não será vendido no Brasil. Será posicionado como a opção de entrada para os crossovers médios da empresa, abaixo do novo Blazer e do Trailblazer. Virá importado da China, sendo uma variante de um SUV chinês chamado Baojun 530.

Galeria: Chevrolet Captiva 2020

Revelado no final de março, durante o Salão de Bangcoc (Tailândia), o Chevrolet Captiva estará disponível na Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. E o Brasil? A GM diz que ele é um SUV médio muito simples e que fica abaixo do padrão que a marca adotou para o segmento no país, além de já ter um competidor nesta categoria, na forma do Equinox.

E como é o novo Chevrolet Captiva? Na verdade, o carro nasceu como o Baojun 530, um modelo chinês lançado por lá há quase dois anos. É equipado com o motor 1.5 turbo de 147 cv e 23,4 kgfm de torque, podendo trabalhar com um câmbio manual ou automático de 6 marchas e com variantes de 5 e 7 lugares. Tem 4,65 metros de comprimento e 2,75 m de entre-eixos.

Chevrolet Captiva 2020
Baojun 530

“Uma das alianças mais representativas que temos (em nível mundial é a SAIC-GM-Wuling (SGMW), que nos permite trazer aos nossos países produtos altamente competitivos”, disse Ernest Ortiz, presidente da GM América do Sul Oeste, durante a apresentação do veículo no Peru. “Com este lançamento, estamos iniciando uma nova etapa para qual desenvolvemos uma nova linha de veículos, e o maior foco será no segmento de maior crescimento, que é o dos SUVs”.