SUV aparece como opção média para países emergentes como Tailândia e Colômbia

Revelado pela primeira vez em novembro do ano passado, o novo Chevrolet Captiva é apresentado por completo na Tailândia, no Salão de Bangcoc. O SUV foi desenvolvido como uma opção tanto para o segmento de compactos quanto médios, dependendo do mercado de atuação. A General Motors diz que será um modelo global, chegando a alguns países do sudeste asiático e América do Sul. Consultada pelo Motor1.com, a fabricante descarta sua venda no Brasil, pois o segmento já é representado pelo Equinox.

Galeria: Chevrolet Captiva 2020

O novo Chevrolet Captiva nasceu de um projeto conjunto com a SAIC-Wuling, sua parceira na China. Deu origem a outro modelo, o Baojun 530, que já foi lançado no oriente. A semelhança é bem clara, pois o design é praticamente idêntico. Apenas retiraram duas linhas cromadas da grade e mudaram o logo da fabricante.

Chevrolet Captiva 2020
Baojun 530

A GM não revelou os detalhes técnicos do carro, o que será feito mais perto do lançamento no segundo semestre, mas o esperado é que mantenha o motor 1.5 turbo de 147 cv usado pelo modelo chinês, com câmbio manual ou automático de 6 marchas. Terá versão de 5 lugares e de 7 assentos. As medidas do Captiva devem ser semelhantes às do Baojun 530. Ou seja, 4,65 metros de comprimento, 1,83 m de largura, 1,76 m de altura e 2,75 m de entre-eixos.

Não será vendido aqui

Motor1.com conversou com a General Motors e a marca descartou completamente a vinda do novo Chevrolet Captiva ao Brasil. Fontes ligadas à empresa explicam que o modelo é mais simples do que o padrão usado nos SUVs médios no país e que a empresa já tem um carro neste segmento, o Equinox. Apenas alguns mercados da América do Sul terão este veículo, como a Colômbia, mas que Argentina e Brasil estão fora dos planos.