Em queda nas vendas, sedã muda apenas dois anos após ganhar nova geração

Apesar de a General Motors ter dito durante o Salão de Detroit (EUA) do ano passado que estava interessada em trazer o Chevrolet Malibu de volta ao Brasil, tudo indica que não virá tão cedo, salvo alguma condição muito favorável aos importados no programa Rota 2030, que se inicia em janeiro. O sedã apareceu em testes na Espanha, em preparação para receber a reestilização de meio de vida. É previsto para estrear somente em 2018.

Embora as fotos mostrem o sedã com muita camuflagem, fontes ligadas à marca falam que o Chevrolet Malibu renovado irá adotar a nova linguagem de design que estreou no Cruze e no Equinox. Os faróis serão integrados à grade frontal bipartida (atualmente são separados). Outras mudanças devem ocorrer nas luzes de iluminação diurna e na parte de baixo da grade, mais larga, chegando perto da borda do para-choque. As lanternas são as mesmas.

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Não espere por grandes alterações na mecânica. O sedã é vendido com o 1.5 turbo de 163 cv e 2.0 de 258 cv, ambos combinados ao câmbio automático de 6 marchas – nada de manual. A versão híbrida deve continuar na linha. A novidade pode ser a adição do 1.6 turbodiesel que estreou no Cruze.

A estreia do Malibu reestilizado é incomum, já que esta geração está no mercado há dois anos. Assim como no Brasil, os norte-americanos estão escolhendo os SUVs e, por lá, quem sofre com essa troca são os sedãs. As vendas do Malibu caíram 28% em julho deste ano, enquanto o Impala recuou 44%. O baixo desempenho em seu mercado de origem e a alta do dólar fazem com que sua volta às concessionárias brasileiras seja altamente improvável.

Fotos: Automedia

Flagra - Chevrolet Malibu facelift

Foto de: Automedia