Salão SP: VW Golf GTE une desempenho e ecologia num só pacote

Quinta opção de motorização oferecida para o Golf no mundo (as demais são as versões a gasolina, diesel, gás natural comprimido e totalmente elétrica), a configuração GTE também está presente no estande da Volkswagen no Salão de São Paulo. Unindo num só pacote desempenho esportivo e consciência ambiental, o modelo é um híbrido do tipo plug-in capaz de percorrer distâncias consideráveis com emissão zero de poluentes dependendo do tipo de condução. O consumo gira em torno dos 66,75 km/litro. Para justificar a sigla GTE, o conjunto propulsor traz o motor 1.4 TSI com 150 cv de potência conjugado com um motor elétrico de 100 cv. Segundo a VW, o uso combinado dos dois motores resulta na potência máxima de 204 cv e torque de 26,31 kgfm. O resultado disso é poder acelerar o hatch médio de 0 a 100 km/h em apenas 7,6 segundos e atingir a velocidade máxima de 217 km/h.
Salão SP: VW Golf GTE une desempenho e ecologia num só pacote
Também é possível utilizar somente o motor elétrico. Nesta situação, o Golf GTE pode atingir velocidade máxima de até 130 km/h, mas com autonomia limitada em 50 km. Os ajustes de suspensão e acabamento interno seguem o mesmo padrão do GTI, porém ao invés de vermelho, os detalhes são em azul. Da mesma forma, um filete azul está presente na grade frontal e “invade” os faróis, logo abaixo da sigla GTE. Na traseira, o emblema substitui o nome Golf. De acordo com a Volkswagen, o sigla GTE está em linha com as variantes esportivas GTI e GTD. O primeiro GTI, em 1976, inventou o termo “hot hatch” e estreou a letra “I” no nome em alusão à injeção eletrônica de combustível, enquanto o “D” no GTD, introduzido pela primeira vez em 1982, se refere à injeção de combustível diesel. Agora a Volkswagen transferiu sua filosofia esportiva para esta terceira variante “amiga do meio ambiente”, o Golf GTE.

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Foto de: Dyogo Fagundes